1,5 milhões de classificações
277 mil classificações

Viste? É para isso mesmo que a aplicação é perfeita.

Parece-me ótimo. Ahhh, não quero isso!
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Na sequência do gentil convite da Universidade de Aveiro, fomos lá no dia 25 de Outubro partilhar a nossa experiência de organização de duas edições do Cyclehack. Foi uma tertúlia muito participada e cheia de intervenções. Acho que em 2018 Aveiro junta-se à rede de cidades cyclehackers! :-)

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A Andreia não só participou e se envolveu intensamente no CycleHack Lisboa deste ano como escreveu extensivamente sobre a experiência, desde o seu interesse na bicicleta, passando apelo “maker”, a experiência de aprendizagem e convívio durante o evento, até ao passeio de bicicleta de encerramento do evento, em que testou mais a fundo a estabilidade do protótipo. :-D

Façam “Like” na página no Facebook e “Follow” no Twitter para no próximo ano começarem a receber as novidades da edição de 2018 mais cedo. :-)

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O Mário esteve presente nas sessões públicas e no passeio de encerramento do CycleHack Lisboa 2017 e partilhou as suas impressões no Shifter!

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O evento teve o seu encerramento na forma de um passeio de bicicleta por Lisboa Oriental, em parceria com a Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal. A ideia era descontrair, esticar as pernas, e apanhar ar depois do intenso fim-de-semana de cyclehacking na Fábrica Moderna, e levar os participantes por rotas e sítios interessantes mas desconhecidos para a maioria. Passámos pela Quinta das Flores, Parque de Vale de Chelas, Parque da Bela Vista e Parque do Vale do Fundão. Aqui deparámo-nos com uma feira medieval a decorrer, e aproveitámos para parar e comer qualquer coisa, enquando trocávamos os últimos dedos de conversa.

Missão cumprida. :-)

Obrigado a todos. Para o ano há mais!

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No DIA 3, um pouco antes das 17h, houve as apresentações. Cada pessoa ou equipa apresentou o seu cyclehack aos pares e ao público que veio assistir.

A Andreia, com a ajuda do José, do Bruno e do Jorge, criou o Let it rain, uma protecção contra a chuva.

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O Tiago, com a ajuda do Hugo, criou A bike holder for a regular flashlight, um suporte para usar lanternas normais como luz dianteira na bicicleta.

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A Ana criou a campanha de sensibilização People on the other side.

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O Hugo, com a ajuda do Tiago, criou o Panniers protector, um suporte/adaptador para porta-bagagens para tornar mais seguro o uso de alforges “moles”, impedindo-os de interferirem com as rodas.

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O Manfred criou um contador de bicicletas capaz de detectar a passagem de bicicletas, o sentido e a velocidade das mesmas.

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O Adi criou um site/app para ajudar as pessoas a escolherem a bicicleta certa (tipo, tamanho,…).

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O André desenvolveu uma bicicleta para a exploração espacial em Marte!

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A Inês esteve pouco tempo mas ainda desenvolveu uma ideia para um cesto / caixa transportadora para levar a sua cadela na bicicleta. :-)

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No domingo de manhã, desde as 10h, e até às 16h e tal, a malta dedicou-se a terminar os seus protótipos, a fazer e documentar pequenos testes dos mesmos, e a preparar a apresentação dos seus cyclehacks aos pares e público. Fez-se também a introdução dos cyclehacks no catálogo global. A tensão acumulava-se à medida que se aproximava a hora das apresentações, “preciso de mais tempo” era a frase mais comum. ;-)


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No sábado dia 16 começou a brincadeira a sério no CycleHack Lisboa 2017, logo a partir das 9h30. :-)

A malta começou a trabalhar, fizeram-se os primeiros rascunhos, debateram-se ideias, criaram-se grupos de inter-ajuda, e construíram-se os protótipos. Ao almoço, uns comeram umas pizzas no pátio da Fábrica Moderna, outros foram a casa, e outros aproveitaram para dar um salto a umas lojas a comprar alguns materiais para os seus protótipos.

As ideias em desenvolvimento, várias eram de produtos, e havia também uma ideia de campanha de sensibilização, e de um site/app.

Até às 18h30 continuámos embrenhados nas nossas ideias e protótipos. Alguns estavam com dificuldade em largar os projectos e arrastaram-se mais um pouco, mas tínhamos que “desamparar a loja” à Rita e ao Vasco para poderem fechar a Fábrica Moderna. E no dia a seguir voltaríamos à carga!


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A sessão de “aquecimento” do CycleHack Lisboa 2017 foi muito interessante e participada. 

Começou com uma pequena “tour” das máquinas da Fábrica Moderna que poderíamos usar durante o hackathon, dada pelo Bruno Maurício. Depois tivémos algumas apresentações. 

O Paulo Vaz veio falar da Coelhinhos - Escola Clube de Ciclismo de Lisboa, uma solução implementada a nível curricular em algumas escolas para a barreira ao uso da bicicleta que é as crianças não saberem andar de bicicleta.

A Mónica Lopes veio falar do projecto de bicicletas adaptadas da Faculdade de Motricidade Humana, que visa ajudar pessoas com necessidades especiais (cegos, amputados, paraplégicos, etc) a usufruir da bicicleta para actividade física e lazer.

O João Barreto veio apresentar a nova app Biklio, que pretende contrariar a falta de incentivos externos ao uso da bicicleta. Nesta comunidade as lojas beneficiam quem vem de bicicleta, e os utilizadores de bicicleta recompensam essas mesmas lojas dando-lhes preferência.

O Miguel Barroso veio falar d’O Livro da Bicicleta, um livro que pretende ajudar a ultrapassar as barreiras iniciais, de não saber bem como fazer e por onde começar.

Finalmente a Ana Pereira, da Bicicultura.org, aproveitou para falar d’A Casa da Bicicultura, um projecto de centro cultural para incubar e acelerar a cultura de uso da bicicleta em Lisboa, que sintetiza lindamente as áreas /barreiras / soluções abordadas pelos intervenientes que a precederam: educação, acessibilidade e comunidade.

A seguir os participantes foram convidados a partilhar algumas das barreiras que sentem ao uso da bicicleta em Lisboa, e pendurá-las no estendal. Os resultados foram estes:

  • subidas
  • desconforto físico (selim, problema físico específico)
  • suor / inexistência de balneários no trabalho
  • dificuldades de estacionamento em casa (elevadores pequenos, inexistência de estacionamento seguro, falta de espaço seguro na garagem)
  • má qualidade da infraestrutura (carris, lancis, lacunas na rede) 
  • mau planeamento urbano e gestão de tráfego (carros a mais, falta de educação e fiscalização)
  • chuva, ou incerteza se fará bom tempo para ir de bicicleta 
  • intermodalidade difícil com os transportes públicos (falta de locais próprios para as bicicletas no metro, acessibilidade deficiente nas estações e interfaces da CP, interdição na CARRIS)
  • ter um carro à disposição e estacionamento fácil e grátis ou barato

Depois, fomos todos dormir sobre o assunto, para gerar ideias para cyclehacks a criar na manhã seguinte!


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CycleHack Global 2017 | Lisboa terá lugar na Fabrica Moderna, e os participantes terão à sua disposição:

- impressora 3D
- impressora 3D de grande formato (área de impressão 80x80x80)
- corte e gravação laser – madeiras/acrílicos
- fresadora CNC – madeira essencialmente

E voluntários para ajudar a usar as máquinas. Só têm que levar os consumíveis!  

Não se esqueçam de reservar o vosso lugar, as inscrições estão quase a fechar! 

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